O dia tem um desenho sem sentido. Apostam numa Mandala. Eu aposto na cor, está cinza, desses cinza... cor de nada. Creio que hoje estou cansada, cansada fico assim, procurando entender o vázio que acontece em mim...mas é só hoje.
É, que hoje estou cansada!!!
domingo, 10 de julho de 2011
Secura
Não me chame ..não vês que estou estou chorando, tirei folga da secura...presumindo que tudo é mentira, acordei assim. Nào me chames, não tentes me consolar, não diga palavra alguma.
Deixe que eu chore até o outro dia, não abra as cortinas... Agora saia daqui, devagar por favor, não quero teu sapato fazendo barulho arrastado, não batas a porta.., não me acordes com os acordes....
Deixe que eu chore até o outro dia, não abra as cortinas... Agora saia daqui, devagar por favor, não quero teu sapato fazendo barulho arrastado, não batas a porta.., não me acordes com os acordes....
sábado, 9 de julho de 2011
Não, não, não
Porque ter que calar meu pensamento, para me fazer agradar...não ....não e não! Sou única, não preciso agradar, digo o que sinto, depois eu o escuto...afinal todos sempre falam...mania esta de colher do raso os restos da palavras....
Onde estão as asas?
Sentindo o perigo, ela correu assustada... embora seu pés não movessem um milímetro, o lugar era ali. O perigo era levar consigo a verdadeira história, sua vida... a imobilidade. Agora tinha certeza.
Poderia sair dali? Mas para onde? Como se livraria de si? Como acalmaria o balbuciar de milhares de vozes dentro de si? Milhares de perguntas sem respostas, que permaneceram no seu interior. Onde estão as asas? Os anjos possuem.
Sair em saltos? Pegar carona num pensamento alheio?
Ela precisava sair dali. Nem o ar...inércia total. Quis sentar-se, movimentar-se como que esforço.
Sangrava ódio de si própria, sangrava em si.
Espelho opaco, máquina inútil, agulhas, linhas, botões, costurar a vida. Retalhos de si,talvez um bom casaco lhe cobriria a vida que correra tão rápida.
Perdeu os sentidos...Ao fundo som de buzinas,vozes, canto, janelas abrindo-se, gente andando, a vida correndo, o cara do jazz o musico do metrô, continuara ali. Prestou-lhe a ultima homenagem, seu chapéu tilintou de moedas. Mas, como sempre...foi andando, para próxima parada!!!
Poderia sair dali? Mas para onde? Como se livraria de si? Como acalmaria o balbuciar de milhares de vozes dentro de si? Milhares de perguntas sem respostas, que permaneceram no seu interior. Onde estão as asas? Os anjos possuem.
Sair em saltos? Pegar carona num pensamento alheio?
Ela precisava sair dali. Nem o ar...inércia total. Quis sentar-se, movimentar-se como que esforço.
Sangrava ódio de si própria, sangrava em si.
Espelho opaco, máquina inútil, agulhas, linhas, botões, costurar a vida. Retalhos de si,talvez um bom casaco lhe cobriria a vida que correra tão rápida.
Perdeu os sentidos...Ao fundo som de buzinas,vozes, canto, janelas abrindo-se, gente andando, a vida correndo, o cara do jazz o musico do metrô, continuara ali. Prestou-lhe a ultima homenagem, seu chapéu tilintou de moedas. Mas, como sempre...foi andando, para próxima parada!!!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Descorberta
Quando fechei meus olhos...é que realmente vi... assustei-me!!!
Passado o estado de torpor, sorri. Totalmente embriagada na descoberta. Vi cores, estados de humores, vi risos desconexos, frases perdidas, vi a mala vazia, a tenda antiga, o preto e o branco, o oito e oitenta, o sim e o não...
Passado o estado de torpor, sorri. Totalmente embriagada na descoberta. Vi cores, estados de humores, vi risos desconexos, frases perdidas, vi a mala vazia, a tenda antiga, o preto e o branco, o oito e oitenta, o sim e o não...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Ora chorava...ora ria
por Angela Aita, sábado, 2 de julho de 2011 às 22:36
Ora chorava, ora ria, pois tornou-se como se fora uma louca... o relógio que ficava sobre a mesa, a todo momento sofria um golpe, desses leves. Afinal, um toque mais forte, e o pobre desmontaria.
Já não havia tanta paciência, no seu olhar.
Os ponteiros não andavam...a noite longa tinha mais tempo que o permitido.
Ah, tempo da noite!
E, o dia parecia não andar, a culpa era do relógio.
Decidiu.
Deu um pulo, pegou algum dinheiro, atravessou a rua, a loja, a loja ...
entre os corredores, por um ou outro vão, seus olhos percorriam ávidos os relógios, encontrou um enorme ...vermelho, aqueles antigos, o qual dar corda era um ato rápido, era a certeza que o tempo existia...ela precisava de um despertador....Agora!!!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Ar..
Amar é ar, brisa suave, olhar de cumplicidade, aconchego do colo,sangue pulsando, desejo ardendo, grito, silêncio, amizade. Mentes que se fundem, vozes que se confundem, navio na deriva, bussola de sul a norte. Dedos que se entrelaçam, abraço mais forte, lábios que se tocam...amar é duo!!!!
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