A música corria solta, pelas ruas daquela vila.
Só faltava a coragem... coragem, é uma dama selvagem.
Ela ficou ali parada, feito poste na calçada com a iluminação daquela cor amarelada.
Sabe amarelada?
Quando a gente vai dirigindo pela estrada, entre um ou mais quilometros, lá ao longe, há sempre uma casa...
lá cima,
ah, tem sempre uma lâmpada acessa, mas que cor triste, esta cor amarelada.
A moça ficou ali parada, e quanto á musica... Coragem dama Selvagem!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Invasiva
Tarde nebulosa, vivia a criatura.
E, não somente mais um dia, era assim toda a sua vida.
Cinza cor do concreto, aquele que sela os corpos nos vãos, das paredes frias, casas de corpos, esqueletos sem sopro...tszszszszs, se foi o ar da vida.
E, quis então submeter o silêncio absurdo, cerrou as mãos, esmurrou os muros.
Rastro de sangue, pelas paredes...cinza.
Cinza, cor da dor da alma aflita.
A dor só ela sentia, a invadida criatura.
Ouve-se o som, entram no salão, as mesmas abusivas criaturas.
Posta o sorriso amarelo, encena o contrário.
Tardes nebulosas, vivia sempre a criatura...
E, não somente mais um dia, era assim toda a sua vida.
Cinza cor do concreto, aquele que sela os corpos nos vãos, das paredes frias, casas de corpos, esqueletos sem sopro...tszszszszs, se foi o ar da vida.
E, quis então submeter o silêncio absurdo, cerrou as mãos, esmurrou os muros.
Rastro de sangue, pelas paredes...cinza.
Cinza, cor da dor da alma aflita.
A dor só ela sentia, a invadida criatura.
Ouve-se o som, entram no salão, as mesmas abusivas criaturas.
Posta o sorriso amarelo, encena o contrário.
Tardes nebulosas, vivia sempre a criatura...
domingo, 9 de dezembro de 2012
Nada mudou
De lá pra cá nada mudou. Eu continuo a jornada da procura.
Ora faça o favor!
De que me adianta o amor.
Tantas bocas eu beijei, tantas mãos eu afaguei, tantos risos bobos eu deixei pintado em meu rosto.
Quantas frases eu disse, sem querer dizer.
E, rolei em camas outras, com vontade de fugir. Cheiros diferentes, mudos e falantes. Amantes, apaixonados, e eu nem liguei.
A culpa é sua, vem lá do passado gelo cravado, na caverna escura que minha mente se transformou!
Hein... e você está bem?
Ora faça o favor!
De que me adianta o amor.
Tantas bocas eu beijei, tantas mãos eu afaguei, tantos risos bobos eu deixei pintado em meu rosto.
Quantas frases eu disse, sem querer dizer.
E, rolei em camas outras, com vontade de fugir. Cheiros diferentes, mudos e falantes. Amantes, apaixonados, e eu nem liguei.
A culpa é sua, vem lá do passado gelo cravado, na caverna escura que minha mente se transformou!
Hein... e você está bem?
Normal
Eu nem sei se é normal, sentir que ás vezes não sei quem sou.
Eu penso, em uma ou outra reflexão, para não enlouquecer, que estas coisas confusas, fazem parte do Ser.
Eu me sinto fora do rumo... fora deste mundo.
Vou e volto.
Eu até me enturmo!
Eu penso, em uma ou outra reflexão, para não enlouquecer, que estas coisas confusas, fazem parte do Ser.
Eu me sinto fora do rumo... fora deste mundo.
Vou e volto.
Eu até me enturmo!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Nada
Tem dias que fico assim parado, acho que to machucado.
Tem dias que eu freio a mente.
Tem dias que penso demais.
Tem dias que tenho vontade de sair, sózinho por aí.
Tem dias que fico cinza...
Tem dias que fico frente ao volante, sem saber para onde ir.
Tem dias que eu perco o sentido das coisas.
Tem dias que... bem tem dias que sumo dentro de mim.
Tem dias que eu freio a mente.
Tem dias que penso demais.
Tem dias que tenho vontade de sair, sózinho por aí.
Tem dias que fico cinza...
Tem dias que fico frente ao volante, sem saber para onde ir.
Tem dias que eu perco o sentido das coisas.
Tem dias que... bem tem dias que sumo dentro de mim.
Leviana
Leviana caminha anda...
Leviana... vai corre atrás do outro.
Ele nem te vê.
Nem sabe a cor dos teus olhos, não sente o gosto doce da tua lingua no beijo mais profundo.
Vai anda leviana...
O outro nem sequer sabe como vai teu interior seco.
Ele, o outro nem sabe se tu choras.
Ele, o outro só quer o meio de tuas pernas.
Eu me importo com teu olhar perdido, com teu silêncio depois. Que inferno é te amar!
Leviana... vai corre atrás do outro.
Ele nem te vê.
Nem sabe a cor dos teus olhos, não sente o gosto doce da tua lingua no beijo mais profundo.
Vai anda leviana...
O outro nem sequer sabe como vai teu interior seco.
Ele, o outro nem sabe se tu choras.
Ele, o outro só quer o meio de tuas pernas.
Eu me importo com teu olhar perdido, com teu silêncio depois. Que inferno é te amar!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Pudor
Cobre a cara menina, não tem vergonha, nem se torna anônima.
Mostra os peitos grandes, a boca é uma afronta.
As coxas grossas, andam debochadas e torneadas.
No short curto, eu quase vejo tudo!
Verão... é culpa do calor esta tua falta de pudor, que me delicia a mente.
Para falar a verdade e bem baixinho...tua apârência me apraz.
Mostra os peitos grandes, a boca é uma afronta.
As coxas grossas, andam debochadas e torneadas.
No short curto, eu quase vejo tudo!
Verão... é culpa do calor esta tua falta de pudor, que me delicia a mente.
Para falar a verdade e bem baixinho...tua apârência me apraz.
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