sábado, 19 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Tórrido
Clareou cedo naquele dia.
A luz do sol ofuscava os olhos.
No deserto, sem água, o viajante, peregrino errante, saciava a sede,bebendo no lago água...água. Visão perturbarda pelo tórrido sol, que seu delírio criara.
A luz do sol ofuscava os olhos.
No deserto, sem água, o viajante, peregrino errante, saciava a sede,bebendo no lago água...água. Visão perturbarda pelo tórrido sol, que seu delírio criara.
Vento
Calvaguei num potro negro e arredio, me levou á paragens novas. Corria sem medo, o vento batia na minha cara, o vento da liberdade. Mantinha as rédeas leves. Eu sabia que não cairia...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Desejo
O farol do carro clareia, na noite a silhueta de dois corpos marcados de desejos intensos, na beira mar. Noite, lua, eu e tu, paixão, loucura, risos, misto de cumplicidade, beijo na boca, desenfreado desejo. Suspiros, palavras desconexas...exaustão.Entrelace de mãos, devassa sensação de prazer!!!
domingo, 13 de novembro de 2011
Vida...
Era um dia festa festivo, exaustos os trabalhadores corriam de um lado para outro, na seleta colheita de flores. Enquanto uma parte da cidade, ornamentava com flores a sua entrada. Flores de todos tamanhos, formas, cheiros,cores, sutilezas.
Flores altivas e de cor única, flores medianas hastes quase frágeis de petálas azuladas, flores rastejantes pequenas muticoloridas, flores de bordas intrínsecas com petalas geometricamente perfeitas, flores que brotavam uma vez ao ano, seu tempo de vida 24 horas, nascia do lodo. Flores que emergiam do lago naquele dia mágico de sol, no horário das 10 horas daquela manhã, as mulheres apostos esperavam sorridentes, e quando elas emergiam, gritavam felizes umas ás outras: há uma aqui, e aqui mais uma, olha lá outra, e rindo desenhavam esse quadro de amor, sem mistérios, espontâneo. Isso era feito há décadas, desde a visita de um homem estranho, que na chegada, só ouvira reclamações. Fez ver , durante sua estada de 365 dias, o valor da terra, o valor da vida, a beleza que cada coisa possue, o valor da união, a importância de se ver mais longe de onde os olhos possam ir...
Importa-se na valorização do que se tem, no empréstimo de atos aos que não podem alcançar, nem com os olhos, nem com a alma. E, quanto aqueles que neste dia estavam doentes, suas casas eram ornamentadas, pelas crianças com doces sorrisos. Existia gosto de Esperança no ar.
Profusão da vida, sob a dor.
Em resumo a mensagem do estranho visitante, era o espelho que reflete cada um de nós.Vemos o que somos, mas tudo é mutável, basta agente querer começar a reescrever!!!
Flores altivas e de cor única, flores medianas hastes quase frágeis de petálas azuladas, flores rastejantes pequenas muticoloridas, flores de bordas intrínsecas com petalas geometricamente perfeitas, flores que brotavam uma vez ao ano, seu tempo de vida 24 horas, nascia do lodo. Flores que emergiam do lago naquele dia mágico de sol, no horário das 10 horas daquela manhã, as mulheres apostos esperavam sorridentes, e quando elas emergiam, gritavam felizes umas ás outras: há uma aqui, e aqui mais uma, olha lá outra, e rindo desenhavam esse quadro de amor, sem mistérios, espontâneo. Isso era feito há décadas, desde a visita de um homem estranho, que na chegada, só ouvira reclamações. Fez ver , durante sua estada de 365 dias, o valor da terra, o valor da vida, a beleza que cada coisa possue, o valor da união, a importância de se ver mais longe de onde os olhos possam ir...
Importa-se na valorização do que se tem, no empréstimo de atos aos que não podem alcançar, nem com os olhos, nem com a alma. E, quanto aqueles que neste dia estavam doentes, suas casas eram ornamentadas, pelas crianças com doces sorrisos. Existia gosto de Esperança no ar.
Profusão da vida, sob a dor.
Em resumo a mensagem do estranho visitante, era o espelho que reflete cada um de nós.Vemos o que somos, mas tudo é mutável, basta agente querer começar a reescrever!!!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Momento de parar
Se te enches de coragem para expor tuas mágoas diante de tua máquina de escrever, usa agora a mesma destreza, e deixa sem pular, na vã tentativa de alcançar a pluma, que voa para longe.
Lá, onde ninguém, por agora talvez possa alcançar.
Disse confiante, o jardineiro do lugar.
Aquieta teu anseio, tua árvore contínua plantada ainda no mesmo lugar.O vento é variável, é como o destino, sobre o qual nunca se sabe.
Tudo na lógica, por vezes não tem lógica.
Observador, o bom ouvinte escritor, baixou sua cabeça, e contínuou a escrever, seu trabalho rotineiro!!!
Lá, onde ninguém, por agora talvez possa alcançar.
Disse confiante, o jardineiro do lugar.
Aquieta teu anseio, tua árvore contínua plantada ainda no mesmo lugar.O vento é variável, é como o destino, sobre o qual nunca se sabe.
Tudo na lógica, por vezes não tem lógica.
Observador, o bom ouvinte escritor, baixou sua cabeça, e contínuou a escrever, seu trabalho rotineiro!!!
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