segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Rema...
Te perdes, em delírios. Quanto mais rema perdido não notas que o mapa é velho. O mar te leva mansamente, á paragens, de paranóia e dispersão. O circo aplaude, porém está em terra firme!!!
sábado, 5 de novembro de 2011
Narciso
Há tantos Narcisos por aí, que se amam de tal forma. Sem perceber que serão engolidos pelo tempo, pela rugas do corpo e da alma. Serão sugados pela sua total vulnerabilidade, disfarçada na esquisitice, da sua prepotência na crença de uma beleza dúbia.
Não há ninguém, á sua altura.... o espelho-lago, via nele a sua própria beleza.
Se foi o belo, e onde houve a morte, nasceram flores...
Cuidar das palavras, das atitudes no campo do afeto sinaliza inteligência!!!
Não há ninguém, á sua altura.... o espelho-lago, via nele a sua própria beleza.
Se foi o belo, e onde houve a morte, nasceram flores...
Cuidar das palavras, das atitudes no campo do afeto sinaliza inteligência!!!
Improvável...
O choque entre os carros fora inevitável.
O motorista A, entrara em faixa errada desde o incio da corrida, guiava sem se importar.Enquanto o motorista B, já sabedor, que a curva era perigosa, apostou na educação improvável, de quem não tinha habilidade em manter o veículo sobre controle. Quando refeito B, silenciou : porque A, já tinha um histórico de dor, faltara as aulas, importantes, como a de sinalização.
Não sabia o que era Stop,ou Respeite a faixa da esquerda, da direita.
Olhe Antes de ultrapassar... ou seja se for amargo não dirija, voce pode matar.
Mas, tinha habilitação...um carro foi demolido, o outro continuará por aí, sem saber, sem aprender nada!
O motorista A, entrara em faixa errada desde o incio da corrida, guiava sem se importar.Enquanto o motorista B, já sabedor, que a curva era perigosa, apostou na educação improvável, de quem não tinha habilidade em manter o veículo sobre controle. Quando refeito B, silenciou : porque A, já tinha um histórico de dor, faltara as aulas, importantes, como a de sinalização.
Não sabia o que era Stop,ou Respeite a faixa da esquerda, da direita.
Olhe Antes de ultrapassar... ou seja se for amargo não dirija, voce pode matar.
Mas, tinha habilitação...um carro foi demolido, o outro continuará por aí, sem saber, sem aprender nada!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Boato
Já fazia tempo, que eu não sabia direito, o que era sentir gestos de ternura. Eu até confundia um Bom dia. Memoráveis momentos, a casa guardava segredos. Voce uma caixa com tampa envidraçada, tão fácil de quebrar . Logo surge o boato!!! O abatedouro é ali...
Prova
As paginas viram, sempre há uma nova estória há ser escrita. A matemática é exata. Como já disse nunca fui boa nesta materia, porém nunca zerei a prova. Já não me engano mais, sempre que somo acerto.
A equação me torna mais lenta, juntando grão com grão...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Entre Deus e o Diabo
Era um lugar distante, onde camponeses inocentes, passaram suas gerações . No centro do vilarejo, se pode-se dizer, que existia centro num lugar tão pequeno, havia a capela, de uma simplicidade quase chorosa, era visitada diariamente, pela moça-menina, que adentrava pela porta da frente , aliás a única maneira cruzar a soleira.
Seus passos eram lentos,silenciosos.
O jovem padre com o coração disparado, fazia o sinal da cruz, mas era tentado pelo diabo.
Ela deslizava docemente e parava, quase aos pés da cruz.
Ele percebia a presença da jovem ruiva, abria os olhos, interrompia suas orações, suas mão tremiam segurando forte o crucifixo, cravando em suas mãos, num ato de castigo, sua mão sangrava. Ele como sempre, da posição de oração erguia-se, e em segundos, suas costas eram para a cruz, seus olhos a tentação.
Frente a frente, eles se olhavam, eram minutos de devoção, o silêncio tinha som, os batimentos do coração de ambos, poderiam ser ouvidos a retumbar por toda as paredes, era sempre assim..
O silêncio.
Mas ela logo após fazia o caminho de volta, lenta , silenciosamente.
Ele naquele dia, dera um passo, dois, três, já podia sentir a respiração dela. Mudos deram as mãos, seus lábios suavemente tocaram-se, mas tão leve era aquele beijo, que neste segundo eles souberam que o amor, estava ali.
Ela saí correndo, lágrimas, descem daquela rosto inocente. Na manhã seguinte, o velho carro do jovem padre tinha partido. Sua noite, um turvelhinho, entre Deus e o diabo. No primeiro banco da paróquia, uma carta escrita por ele, destinava-se ao povo do vilarejo dizia:
Parti por amor...
Seus passos eram lentos,silenciosos.
O jovem padre com o coração disparado, fazia o sinal da cruz, mas era tentado pelo diabo.
Ela deslizava docemente e parava, quase aos pés da cruz.
Ele percebia a presença da jovem ruiva, abria os olhos, interrompia suas orações, suas mão tremiam segurando forte o crucifixo, cravando em suas mãos, num ato de castigo, sua mão sangrava. Ele como sempre, da posição de oração erguia-se, e em segundos, suas costas eram para a cruz, seus olhos a tentação.
Frente a frente, eles se olhavam, eram minutos de devoção, o silêncio tinha som, os batimentos do coração de ambos, poderiam ser ouvidos a retumbar por toda as paredes, era sempre assim..
O silêncio.
Mas ela logo após fazia o caminho de volta, lenta , silenciosamente.
Ele naquele dia, dera um passo, dois, três, já podia sentir a respiração dela. Mudos deram as mãos, seus lábios suavemente tocaram-se, mas tão leve era aquele beijo, que neste segundo eles souberam que o amor, estava ali.
Ela saí correndo, lágrimas, descem daquela rosto inocente. Na manhã seguinte, o velho carro do jovem padre tinha partido. Sua noite, um turvelhinho, entre Deus e o diabo. No primeiro banco da paróquia, uma carta escrita por ele, destinava-se ao povo do vilarejo dizia:
Parti por amor...
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