O objeto contundente perfura rápido, o corpo do pobre vivente.
O obscuro sujeito, que provoca a ação, com um olhar ironico parece não acreditar. Ainda em pé, dá por finda a missão.
Lavada fora sua honra, pensa o vacilão, não há certeza sobre o fato.
Porque virá á distância... Maria beijar João!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Canto
Fora uma noite e tanto, bebi teu encanto, do meu lábio escorreu a umidade gostosa do lábio teu.
Tua saliva secou, do beijo ficou o desejo ardente, de fazer diferente na proxima noite...
Tua saliva secou, do beijo ficou o desejo ardente, de fazer diferente na proxima noite...
Trilha
Tu e teus medos, assim percorre o caminho, ou será que sou eu que nao vejo, teu desalinho?
Caminhas em outra trilha, eu nem sei se me importo...tu me intriga musisista.
Eu não ouço tua canção, como diz o poeta...tu passarinho!!!
Caminhas em outra trilha, eu nem sei se me importo...tu me intriga musisista.
Eu não ouço tua canção, como diz o poeta...tu passarinho!!!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Tic tactic tac
Joguei meu corpo cansado, feito trapo esfarrapado, num fundo da cama.
Eu até pensei em não levantar, até o banho eu ia negar. Mas, depois a clareza tomou conta, de todos meus compartimentos secretos.
Vi o relógio, girar acelerado...tic tac tic tac....zummmm
De um salto, corri ao banho, sujeito estranho pensei.
Saí para rua, já de pensamento novo.
Nossa como ainda sou garoto, sentei na mesa de um bar, pedi uma cerveja, e congelei....
Eu até pensei em não levantar, até o banho eu ia negar. Mas, depois a clareza tomou conta, de todos meus compartimentos secretos.
Vi o relógio, girar acelerado...tic tac tic tac....zummmm
De um salto, corri ao banho, sujeito estranho pensei.
Saí para rua, já de pensamento novo.
Nossa como ainda sou garoto, sentei na mesa de um bar, pedi uma cerveja, e congelei....
Medo
Fiquei andando inquieta, esperando o dia raiar.
Tinha dentro de mim, a vaga e louca sensação, que a busca ia acabar.
Ah, medo simplório... que leva a loucura, me tira do sério, já não me conheço mais.
E, cada sorriso, eu me deixo levar.
Depois quando estou só...eu grito!!!
Tinha dentro de mim, a vaga e louca sensação, que a busca ia acabar.
Ah, medo simplório... que leva a loucura, me tira do sério, já não me conheço mais.
E, cada sorriso, eu me deixo levar.
Depois quando estou só...eu grito!!!
Não irei....
Droga, amanhã é segunda, talvez eu queria te ver. Forçar um encontro ao acaso, que deste acaso nada tem, eu minto para mim mesma, e daí?
Vou te olhar, e talvez voce nem me veja. Em todo caso, para me afastar desta tortura pegajosa, vou por entre as pernas, o perfume que voce mais gosta.
Com a saia que voce curtia, no salto da maestria de quem sabe seduzir. Vou caminhar em tua frente, como se não te visse, porque já sei que voce vai dizer.
Vamos tomar um café?
Eu não irei!
Acho, talvez, bem eu não sei...
Vou te olhar, e talvez voce nem me veja. Em todo caso, para me afastar desta tortura pegajosa, vou por entre as pernas, o perfume que voce mais gosta.
Com a saia que voce curtia, no salto da maestria de quem sabe seduzir. Vou caminhar em tua frente, como se não te visse, porque já sei que voce vai dizer.
Vamos tomar um café?
Eu não irei!
Acho, talvez, bem eu não sei...
Chama
A oscilante chama amarela, não me faz temer se apagar, porque acendo mil vezes, pelo simples fato que a sua cor, me faz delirar. Gosto de ver, aquele cordão branco, ser capaz de tal efeito, do branco se faz a cor. Me deixo levar...
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