Hoje deu frio.
Ontem também.
Amanhã não quero esse gelo...
Vou mudar para o estrangeiro, onde o Sol está rindo...
Tem gente dormindo, tem gente escondida.
Tem olhar morno, tem bolo.
Tem vinho, vermelho...
domingo, 25 de maio de 2014
Ciclo
Vou andando, ora girando, dançando...
Mas, vou andando!
O tempo abre a boca, morde a minha fatia e vai passando...
Eu não noto todo dia.
Ando correndo demais.
Sorrindo demais.
Atrapalhada demais...
Eu me confundo ás vezes... mais diz que é normal.
Mas, vou andando!
O tempo abre a boca, morde a minha fatia e vai passando...
Eu não noto todo dia.
Ando correndo demais.
Sorrindo demais.
Atrapalhada demais...
Eu me confundo ás vezes... mais diz que é normal.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Ilhadas
Mar azul... oceano .
Me faz um vivente
Cheio de planos
O navio atraca.
Do porto, o vai vem dos marinheiros
As jovens moças, de vestidos sedutores, chegam cedo.
Como gaivotas voando em bandos!
Eles os marinheiros descem faceiros... buscando o flerte.
No bar, em frente ao cais, elas entram em pares.
A musica toca,o som da velha máquina, vale um dolar
Eles dançam, entre um drink e outro... uma promessa, um longo beijo.
Noite longa e voraz.
Desejo!
Marcados pelos cheiros dos perfumes delas,
Ao amanhecer eles, retornam.
Elas em bando, ficam no cais, e singelamente abanam.
As gaivotas sobrevoam a ilha... .
Me faz um vivente
Cheio de planos
O navio atraca.
Do porto, o vai vem dos marinheiros
As jovens moças, de vestidos sedutores, chegam cedo.
Como gaivotas voando em bandos!
Eles os marinheiros descem faceiros... buscando o flerte.
No bar, em frente ao cais, elas entram em pares.
A musica toca,o som da velha máquina, vale um dolar
Eles dançam, entre um drink e outro... uma promessa, um longo beijo.
Noite longa e voraz.
Desejo!
Marcados pelos cheiros dos perfumes delas,
Ao amanhecer eles, retornam.
Elas em bando, ficam no cais, e singelamente abanam.
As gaivotas sobrevoam a ilha... .
Queda livre
Eram tantas estratégias, que a velha e louca mulher
Viu que a fúria do vento, levou seu escrito, seu invento
Pela janela!
Desceu do alto do predio, chamou o cara e vomitou seu anseio!
Determinou num ato translocado, sem temor
Eu pago, eu pago .
Pela estratégia emergente,
O jovem estarrecido
Tapou seus ouvidos, e não ouviu o grito.
Minutos depois, um corpo passa raspando o vidro, em queda livre
Para o espanto...do jovem estarrecido!
Viu que a fúria do vento, levou seu escrito, seu invento
Pela janela!
Desceu do alto do predio, chamou o cara e vomitou seu anseio!
Determinou num ato translocado, sem temor
Eu pago, eu pago .
Pela estratégia emergente,
O jovem estarrecido
Tapou seus ouvidos, e não ouviu o grito.
Minutos depois, um corpo passa raspando o vidro, em queda livre
Para o espanto...do jovem estarrecido!
Fora de cogitação
Tua mão erguida mostra atrevida a força que tem.
Martela na mente os seguidos acidentes, percurso avesso,
Tudo na contra- mão
Perplexa, assisto os mergulhos...
De que planeta a força vem, manchando de roxo, o velho corpo.
Misteriosa fonte, que não dorme.
Desmaia....
Por favor uma flor... com perfume
Ah, e sem dor!
segunda-feira, 10 de março de 2014
De vidro
O lago ensolarado, redoma de vidro, carpas azuis, vermelhas, tartarugas antigas moradoras,
O menino sorridente jogava na água, o pão amassado e ria, o outro menino ao seu lado,
mexia meio distante, o seu colorido cata-vento.
O sol ria.
Lá dentro, enquanto sentada te observava,
Tu registravas o momento através da fotografia, eu não cogitava postura...
Tu sorria!
Dentro de mim estava tu, e dentro de ti estava eu... tal qual a fotografia.
O menino sorridente jogava na água, o pão amassado e ria, o outro menino ao seu lado,
mexia meio distante, o seu colorido cata-vento.
O sol ria.
Lá dentro, enquanto sentada te observava,
Tu registravas o momento através da fotografia, eu não cogitava postura...
Tu sorria!
Dentro de mim estava tu, e dentro de ti estava eu... tal qual a fotografia.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Desafio
Nem que tudo isso, tenha um preço caro de se pagar
Dou um jeito!
Pego o saco de moedas e me ponho a trocar
Troco por sorrisos, pela noite de amor
Troco pelas longas caminhadas,
Troco também pelas palavras,
Troco pelo desalinho do andar,
Troco pelo beijo molhado,
Troco pelo olhar,
Troco pela taça de vinho,
Troco e não troco só...
Quem troca .. experimenta!
Troco depois por poemas, quando a moeda acabar.
Dou um jeito!
Pego o saco de moedas e me ponho a trocar
Troco por sorrisos, pela noite de amor
Troco pelas longas caminhadas,
Troco também pelas palavras,
Troco pelo desalinho do andar,
Troco pelo beijo molhado,
Troco pelo olhar,
Troco pela taça de vinho,
Troco e não troco só...
Quem troca .. experimenta!
Troco depois por poemas, quando a moeda acabar.
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