Eram tantas estratégias, que a velha e louca mulher
Viu que a fúria do vento, levou seu escrito, seu invento
Pela janela!
Desceu do alto do predio, chamou o cara e vomitou seu anseio!
Determinou num ato translocado, sem temor
Eu pago, eu pago .
Pela estratégia emergente,
O jovem estarrecido
Tapou seus ouvidos, e não ouviu o grito.
Minutos depois, um corpo passa raspando o vidro, em queda livre
Para o espanto...do jovem estarrecido!
segunda-feira, 17 de março de 2014
Fora de cogitação
Tua mão erguida mostra atrevida a força que tem.
Martela na mente os seguidos acidentes, percurso avesso,
Tudo na contra- mão
Perplexa, assisto os mergulhos...
De que planeta a força vem, manchando de roxo, o velho corpo.
Misteriosa fonte, que não dorme.
Desmaia....
Por favor uma flor... com perfume
Ah, e sem dor!
segunda-feira, 10 de março de 2014
De vidro
O lago ensolarado, redoma de vidro, carpas azuis, vermelhas, tartarugas antigas moradoras,
O menino sorridente jogava na água, o pão amassado e ria, o outro menino ao seu lado,
mexia meio distante, o seu colorido cata-vento.
O sol ria.
Lá dentro, enquanto sentada te observava,
Tu registravas o momento através da fotografia, eu não cogitava postura...
Tu sorria!
Dentro de mim estava tu, e dentro de ti estava eu... tal qual a fotografia.
O menino sorridente jogava na água, o pão amassado e ria, o outro menino ao seu lado,
mexia meio distante, o seu colorido cata-vento.
O sol ria.
Lá dentro, enquanto sentada te observava,
Tu registravas o momento através da fotografia, eu não cogitava postura...
Tu sorria!
Dentro de mim estava tu, e dentro de ti estava eu... tal qual a fotografia.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Desafio
Nem que tudo isso, tenha um preço caro de se pagar
Dou um jeito!
Pego o saco de moedas e me ponho a trocar
Troco por sorrisos, pela noite de amor
Troco pelas longas caminhadas,
Troco também pelas palavras,
Troco pelo desalinho do andar,
Troco pelo beijo molhado,
Troco pelo olhar,
Troco pela taça de vinho,
Troco e não troco só...
Quem troca .. experimenta!
Troco depois por poemas, quando a moeda acabar.
Dou um jeito!
Pego o saco de moedas e me ponho a trocar
Troco por sorrisos, pela noite de amor
Troco pelas longas caminhadas,
Troco também pelas palavras,
Troco pelo desalinho do andar,
Troco pelo beijo molhado,
Troco pelo olhar,
Troco pela taça de vinho,
Troco e não troco só...
Quem troca .. experimenta!
Troco depois por poemas, quando a moeda acabar.
Na Ribalta
Chegara bem cedo, antes de todos.
Tomada de coragem subiu a escada e espionou.
O cara parecia um tigre, enquanto martelava o cenário.
Era forte, pele de bronze, ombros largos
Negros cabelos contornavam a rudeza bela de seu rosto,
Ela se distraiu... a escada quase caí, deu um grito e ele viu.
Sorriu!
Ela descaradamente começou a cantar...
As gargalhadas dos dois espalhou-se como trilha sonora do espetáculo
Que já ia iniciar... dentro e fora de lá!
Tomada de coragem subiu a escada e espionou.
O cara parecia um tigre, enquanto martelava o cenário.
Era forte, pele de bronze, ombros largos
Negros cabelos contornavam a rudeza bela de seu rosto,
Ela se distraiu... a escada quase caí, deu um grito e ele viu.
Sorriu!
Ela descaradamente começou a cantar...
As gargalhadas dos dois espalhou-se como trilha sonora do espetáculo
Que já ia iniciar... dentro e fora de lá!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Uma tarde!
A mais nova vai ao encontro da outra...um pouco mais velha.
Sentada na cadeira branca, embaixo da arvore acolhedora...ela espera.
A mais velha tão fragil...
Caminha...
Passos lerdos.
No soutien, embaixo da cava blusa um nó.
Desata o nó arruma, quase grita a mais nova. Misto de sentimentos.
Foi pro ralo a mágoa!
Olha a árvore amarela lá fora, há tanta beleza nela...repete ela a mais velha!
Nó na garganta da outra, tão similar se faz a história.
Resgata a alma ferida... e vai embora!
Leva o choro contido, leva história de vida que se repete... fica mexido o sentido da vida!
Sentada na cadeira branca, embaixo da arvore acolhedora...ela espera.
A mais velha tão fragil...
Caminha...
Passos lerdos.
No soutien, embaixo da cava blusa um nó.
Desata o nó arruma, quase grita a mais nova. Misto de sentimentos.
Foi pro ralo a mágoa!
Olha a árvore amarela lá fora, há tanta beleza nela...repete ela a mais velha!
Nó na garganta da outra, tão similar se faz a história.
Resgata a alma ferida... e vai embora!
Leva o choro contido, leva história de vida que se repete... fica mexido o sentido da vida!
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